Foto: Juliana Marques


Conselho Comunitário de Segurança realiza primeira reunião do ano


No dia 16 de janeiro, o 31º Conselho Comunitário de Segurança realizou a primeira reunião de 2018, no salão social da ABM – Associação Bosque Marapendi. O encontro contou com a presença de autoridades da região, bem como representantes dos Bombeiros, Polícia Militar, Guarda Municial e membros de outras associações, como a própria Acibarrinha. Com o auditório lotado, o encontro começou com um minuto de silêncio em homenagem ao recente falecimento do amigo Kleber Machado, presidente da Barra Alerta e grande atuante na área de segurança.


Em seguida, foram chamados para compor a mesa: Ricardo Magalhães – presidente do 31º Conselho Comunitário de Segurança, Marco Almeida – administrador regional da Barra, Michell Olever – supervisor do Itanhangá, Joá e Barrinha, Luiz Pedra – supervisor do Recreio, Vargens e Camorim, Ten. Cel Lorite – comandante do 2º Grupamento Marítimo, Ten. Cel. Douglas Henaut – comandante do 1º Grupamento de Busca e Salvamento , Márcia Julião – delegada da 42ª DP, Isabelle Conti – delegada assistente da 16ª DP representando o delegado da 16ª dp, dr. Marcus Neves, Ten. Cel. Wagner Mello – comandante do 31º Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Ten. Cel. Cavalcante – subcomandante do 31ºBPM e Capitão Paulo Victor – chefe de seção do 31º BPM.


Com a palavra, o Ten. Cel Wagner Melllo falou sobre a atuação da Polícia Militar na região do Quebra Mar até a praia de Guaratiba, em 2017. Na ocasião, foi mostrado um balanço do mês de dezembro do ano passado com dados da primeira quinzena de janeiro de 2018 sobre índices de roubo à pedestres, letalidade violenta, roubo de veículos e outros assuntos de interesse da comunidade. “Constatamos uma diminuição considerável  no roubo de automóveis, que era um crime que estava impactanto muito na região”, afirma.


Mello falou ainda sobre o índice, praticamente nulo, de letalidade violenta. “Tivemos casos muito isolados desse tipo de ocorrência na região”. Ele enfatizou também a importância do registro de ocorrências pelas vítimas. “Esse registro é fundamental porque trabalhamos toda a nossa estratégia em cima desses dados”, ressalta. Além da apresentação, os outros membros da mesa também falaram brevemente de seus campos de atuação e se colocaram à disposição da comunidade. No fim da solenidade, o microfone foi aberto para perguntas, críticas e sugestões dos demais presentes.


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